Revestimentos – Saiba como escolher

Sabendo da importância de planejar e escolher um bom revestimento, a Cerâmica TupiGuarani, especializada na linha de cerâmica vermelha, traz dicas para você escolher o melhor revestimento para sua casa.

A escolha dos revestimentos é uma etapa prazerosa, pois é o momento onde pode ser posta a personalidade do morador.

Mas renovar pisos e paredes pode ser um pouco complicado e precisa de muita pesquisa, pois há uma imensa variedade de tipos, estampas e formatos.

Muitas vezes imaginamos e planejamos toda a decoração da nossa casa, mas quando colocamos em prática, não parece tão bom quanto o esperado.

Menos material que o necessário, atraso na entrega e defeitos nos produtos são só alguns dos imprevistos que podem acontecer.

Para evitar esse tipo de acontecimento, é importante prestar atenção em alguns detalhes que podem auxiliar na hora da compra dos revestimentos para sua reforma ou construção.

É por isto, que a Cerâmica TupiGuarani separou seis dicas que irão ajudar neste momento!

  1. Calcule a quantidade – é de extrema importância medir os ambientes e comprar aproximadamente 15% a mais para evitar imprevistos durante a obra.
  2. Analise o material – muitas vezes nos catálogos ou sites as cores e texturas aparecem um pouco diferentes do que realmente é. Caso você opte por fazer a compra online, vá até a loja física e confira a qualidade do produto.
  3. Prazo da obra – verifique o cronograma da sua obra e peça seus materiais com antecedência.
  4. Confira os produtos – na hora da entrega, abra as embalagens e confira se as peças estão corretas, pois o quanto antes o problema for identificado, menor será o atraso da obra.
  5. Contato com a loja – é sempre bom manter uma boa relação com a loja que fornece os produtos para sua obra, e aproveite para tomar conhecimento do prazo de reclamação e devolução em caso de produtos danificados.
  6. Analise o propósito do espaço – a finalidade do ambiente faz muita diferença, afinal, cada espaço requer revestimentos distintos.

Agora que você já sabe como escolher os materiais de revestimento para sua obra ou reforma, é só aplicar seu bom gosto e mãos à obra! Poste nos comentários o que você achou das nossas dicas e compartilhe conosco fotos dos seus espaços renovados!

 

 

Evento – Visão Sistêmica e Motivacional

Encontrar o significado do seu trabalho é muito importante para a auto realização do trabalhador.

Pensando nisso, no dia 09/08 em parceria com o SESI, ocorreu na empresa um curso sobre Visão Sistêmica e Motivacional, com a participação de 74 funcionários.

Durante o evento oferecemos um Coffee Break, realizamos o sorteio de uma bicicleta e proporcionamos muito conhecimento.

A instrutora do curso foi a Prof.ª Elisabeth, que fez um excelente trabalho abordando o tema de forma clara e objetiva.

Além de toda a exposição teórica do assunto, a prof.ª desenvolveu atividades na prática, onde os funcionários desenvolveram seus conhecimentos e aprendizados.

Neste momento, observamos as competências dos participantes, a interação de cada um no desenvolvimento das atividades e a participação em expor suas opiniões aos colegas de trabalho.

O curso teve duração de quatro horas e este tempo de aprendizado fez com que cada um saísse com uma visão diferente em relação ao seu desenvolvimento no trabalho.

Assim, nossos funcionários enxergaram a importância de cada um tanto para o crescimento da empresa, quanto para sua própria realização pessoal.

Confira mais fotos pela fanpage: facebook.com/ceramicatupiguarani

Saiba comprar os tijolos para sua casa própria

Construir a casa dos sonhos é um momento muito importante na vida de todos, mas as vezes este momento feliz é tomado pela insegurança na hora da compra de materiais.

Com os tijolos são feitas as sustentações da construção, então é de extrema importância saber como e quanto comprar de cada material, sendo eles blocos estruturais, blocos de vedação, tavelas e afins.

Uma compra sem a devida orientação pode resultar em muitos prejuízos, tanto por um material de má qualidade, quanto pela falta de conhecimento na hora de decidir a quantidade de material necessário na efetivação da compra.

Saber calcular a quantidade de material que vai ser usado para sua obra é de extrema importância, tanto para não ter gastos em vão comprando material a mais, quanto para não atrasar a obra comprando menos que o necessário, sendo assim, acompanhe as dicas que a TupiGuarani separou para você!

Passo 1 – Projeto em mãos: A quantidade de material que você irá usar depende totalmente do tipo e tamanho do seu projeto. O mercado oferece várias opções de tijolos e blocos, com matérias-primas e tamanhos diferentes, sendo assim, antes de decidir o material que irá usar, avalie a relação custo-benefício. Pense no preço do material, no seu rendimento e sua qualidade.

Passo 2 – Calcule a área: Com uma trena, meça a largura e a altura da parede que irá construir. Se a sua parede for retangular simples, você deverá multiplicar a altura pelo comprimento. Caso a parede tenha portas e janelas, meça-as e desconte a área que elas vão ocupar. Depois é só somar cada uma das paredes e você terá o valor da área total.

Passo 3 – Tipo de tijolo: A escolha do tipo de tijolo também é uma tarefa muito importante e varia de acordo com seu projeto, por isso é indicado o acompanhamento de um profissional. Mas logo após a escolha, verifique na nossa tabela logo abaixo quantos tijolos são necessários para preencher 1 metro quadrado.

Passo 4 – Agora é fácil: Basta multiplicar a área da parede pela quantidade de tijolos. É recomendável sempre comprar 10% a mais, pois podem haver perdas durante a obra.

Passo 5 – Como falamos anteriormente, podem haver desperdícios principalmente pela falta de padronização de algumas peças, causando quebras durante o encaixe. Então aqui vai uma dica: Sempre que possível, dê uma olhadinha no seu estoque e fique no controle, assim, caso surjam imprevistos você já estará pronto para resolvê-los.

Pronto, agora que você já sabe calcular a quantidade de material necessário para sua construção, acesse nosso site e conheça a melhor cerâmica para sua obra. www.ceramicatupiguarani.com.br

Cerâmica Vermelha e suas particularidades

A cerâmica vermelha produz materiais extremamente versátil. Produzido através da argila, este material passa por uma sequência de processos alterando suas características físicas e químicas até chegar no produto final.

Diante desses procedimentos, obtemos produtos frequentemente utilizados na construção civil.

Mesmo que existam diversas aplicações para este material, ele ainda é na maioria das vezes encontrado em construções, pois suas características são indispensáveis em uma obra:

  • excelente isolamento térmico e acústico;
  • resistência a altas temperaturas e à propagação de fogo;
  • versatilidade;
  • resistência;
  • durabilidade.

Além de a cerâmica vermelha ser comum nos principais materiais de construção como blocos de vedação, blocos estruturais, telhas, lajotas, manilhas, tubos e tijolos, ela também é utilizada para a produção de revestimentos, como: ladrilhos, peças de porcelana, pastilhas, mosaicos, azulejos e mais uma variedade de materiais usados como acabamento.

Agora vamos falar um pouquinho sobre cada um destes materiais?

  • Blocos de vedação:

Estes blocos são destinados à execução de paredes que suportarão o peso próprio ou terão pequenas cargas de ocupação, como armários e pias.

Estes tijolos possuem diversos tamanhos, mas é importante saber que as paredes mais grossas irão aumentar a resistência do empreendimento, além de aumentar o isolamento térmico e acústico.

  • Blocos estruturais:

Também chamados de portantes, estes blocos são capazes de sustentar a construção, suportando vários pavimentos e podendo substituir os pilares e as vigas de concreto. Além disso, eles também exercem a função da vedação.

As paredes estruturadas com estes blocos não podem ser removidas ou alteradas, é por isto, que existem diversas opções de blocos estruturais, como: blocos inteiros, meios-blocos, blocos compensadores, blocos 45 °, caneletas e etc., para que as paredes possam ser encaixadas adequadamente.

  • Tavelas:

Outro elemento utilizado na construção civil, as tavelas, são uma espécie de tijolo utilizado para o preenchimento de vão entre vigas em lajes mistas ou pré-moldadas.

Este material é distribuído entre as vigotas para garantir a solidez do conjunto.

  • Laje mista

            Normalmente usadas em grandes projetos, as lajes mistas são posicionadas sobre as estruturas metálicas, pois são capazes de suportar grandes cargas e moldar o concreto.

Para a montagem das lajes mistas é necessário alguns cuidados, tais como:

  • verificar o alinhamento para que haja perfeito contato entre as peças;
  • adaptar as lajes ao formato da edificação, ou seja, recortar os cantos e contorno de pilares quando necessário;
  • aplicar espaçadores de distanciamento;
  • posicionar escoras intermediárias se necessário.

  • Canaletas

As canaletas cerâmicas são elementos em forma de U ou J, utilizados para criar uma fôrma fixa para o concreto e as armações de ferro que compõem as vigas da obra, auxiliando, assim, na resistência e solidez da estrutura.

Existem diversos tamanhos de caneletas cerâmicas e devem ser escolhidas de acordo com o tipo de projeto que será realizado.

Entre as várias vantagens que as canaletas oferecem para sua obra, citamos alguns:

  • O uso da mesma diminui o desperdício de materiais, pois a canaleta vira uma fôrma que impede o escorrimento do concreto;
  • A construção é finalizada com mais rapidez, pois depois de assentada, a canaleta cerâmica faz parte da própria estrutura da obra e não exige outros trabalhos;
  • Dispensa o uso de madeiras, que tem um valor mais alto do que as canaletas de cerâmica.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre os materiais feitos a partir da cerâmica vermelha e que são essenciais para uma boa construção, escolha o produto mais adequado para seu projeto e compare a relação custo X benefício de cada uma das opções que apresentamos.

Acesse nossa página de produtos (link disponível a baixo) e garanta a qualidade que a sua construção merece!

http://ceramicatupiguarani.com.br/our-projects/

Cerâmica TupiGuarani: Cinquenta anos de qualidade e tradição

Há 50 anos no mercado, a Cerâmica TupiGuarani vem se especializando em produzir qualidade, baixo custo, e satisfação para seus clientes.

Com certeza você já utilizou, sabe quem utiliza ou entrou em algum estabelecimento que utiliza os nossos produtos. Mas você sabe como surgiu a TupiGuarani e como se tornou uma das principais fornecedores de cerâmica vermelha do Brasil?

Podemos afirmar que não foi apenas através da combinação de argila e fogo.

Na década de 60, os irmãos Luiz Tomazi e Mário Tomazi, fundaram a então chamada Cerâmica Tupy, com foco na produção de telhas.

Determinados a fazer o negócio crescer, os irmãos passaram a investir em automatização e em novos mercados, passando também a produzir tijolos para vedação.

No início da década de 80 a sociedade foi cindida, ficando como único proprietário o Luiz Tomazi e começando uma nova era na empresa, com novos desafios e perspectivas.

Para piorar o cenário, o estado de Santa Catarina sofreu com o excesso de chuvas acarretando em alagamentos que danificaram equipamentos e estruturas da empresa, colocando em risco a sobrevivência do negócio.

Mas Luiz Tomazi, junto com a sua família, trabalhou, se dedicou e conseguiu atravessar esta fase, e iniciar um novo período, que alçou a empresa a novos desafios e começou a traçar o caminho de sucesso.

Tendo cumprido os seus objetivos e os da empresa, no ano de 1998 Luiz Tomazi decide passar a empresa para os seus filhos João Luiz Tomazi, Valdir Luiz Tomazi, Vilmar Luiz Tomazi, Carlos Luiz Tomazi e Márcio Luiz Tomazi.

O fundador saiu da administração da empresa, mas seu nome, sua dedicação, trabalho, inovação e vontade de satisfazer o cliente foram multiplicadas por cinco, começando uma era de expansão e automatização.

No ano de 2003 foi construída uma nova unidade, com a tecnologia mais recente da época e com o dobro da capacidade de produção da unidade Tupy, se tornando uma das maiores produtoras do Brasil.

No ano de 2014 atingiu um importante marco para a empresa e para seus colaboradores: o processo produtivo foi automatizado de ponta a ponta sem ter mais a necessidade do toque humano no processo, tendo ganhos de produtividade e de ergonomia para os funcionários.

Por trás da pintura têm o reboco; por trás do reboco tem-se os tijolos; e por trás dos tijolos têm meio século de trabalho, dedicação e inovação apoiados nas pessoas, qualidade e no respeito ao meio ambiente.

TupiGuarani integra o catálogo de parceiros do CREA-SC. Confira

O Catálogo Empresarial e Profissional de Engenharia e Agronomia do CREA-SC é uma publicação voltada exclusivamente aos setores de engenharia e agronomia do Estado de Santa Catarina.

O guia lista as empresas e profissionais registrados e atualizadas junto ao CREA-SC e ainda oferece uma grande relação de fornecedores e prestadores de serviços da área.

O Guia Online é uma rica ferramenta de busca para novos negócios, além de valorizar os profissionais da área tecnológica.

Valor máximo de imóvel para compra com FGTS aumenta para R$ 950 mil

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu elevar nesta quinta-feira (24) o valor do imóvel que pode ser comprado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), assim como o valor da casa própria que poderá ser financiada dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) – modalidade de crédito que conta com juros mais baratos.

O valor do imóvel subirá de R$ 750 mil para até R$ 950 mil para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal a partir desta sexta-feira (25). Segundo o Banco Central, nas cidades desses estados e em Brasília, os preços dos imóveis, assim como os custos, são maiores.

Para os demais estados, o limite será elevado de R$ 650 mil para R$ 800 mil. Esses limites não eram alterados desde setembro de 2013. “Esse ajuste ocorre de tempo em tempo. É operacional. Não há indexação”, afirmou a chefe do Departamento de Regulação do Banco Central, Silvia Marques.
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Questionada se a medida não poderia inflar o preço dos imóveis no país, a representante do Banco Central afirmou que, neste ano, está havendo queda dos preços dos imóveis. “Todos índices sinalizam queda nominal”, declarou.

O Banco Central informou que foi mantida a regra segundo a qual, para imóveis financiados dentro das regras do SFH, o limite do financiamento não poderá ser superior a 80% do valor de avaliação do imóvel.

Para financiamentos que prevejam a utilização do Sistema de Amortização Constante (SAC), esse percentual poderá atingir até 90% do valor de avaliação, informou o Banco Central.

Taxa de juros

O Banco Central lembrou que as operações enquadradas nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) possuem juros mais baixos, limitados atualmente a 12% ao ano. Para imóveis cujo preço é maior do que o teto do SFH, valem as regras do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Nesse caso, os juros são de livre negociação entre os clientes e os bancos, e costumam ser maiores.

Recursos da poupança

Os bancos empregam recursos das contas de poupança para financiar imóveis enquadrados nas regras do Sistema Financeiro Habitacional (SFH). De janeiro a outubro deste ano, porém, os saques de recursos da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 53,25 bilhões, o que diminui a disponibilidade de recursos para a casa própria.

Segundo números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de crédito para a construção e aquisição de imóveis, com recursos da poupança, caiu 45,8% de janeiro a setembro de 2016 na comparação com o mesmo período do ano passado – para R$ 33,6 bilhões.

Questionada sobre o assunto, Silvia Marques, do Banco Central, afirmou que a preocupação da autoridade monetária não é com o “funding” (recursos para o financiamento) dos imóveis. “A captação da poupança está caindo. Isso é fato. Mas essa medida não é com relação a fomento da operação, a questão de mercado. O ajuste é operacional”, declarou.

‘Amortização negativa’

De acordo com Silvia Marques, do Banco Central, a partir de agora está vedada a chamada “amortização negativa”.

Segundo ela, isso quer dizer que a amortização do saldo devedor terá de ser feita mensalmente – e não somente o pagamento de juros, o que, de acordo com o contrato, pode resultar em aumento do valor das parcelas.

“O objetivo é que tenha critério prudente, que vai ter saldo devedor caindo ao longo do tempo”, declarou. Silvia Marques afirmou que o sistema chamado de “price” vai ser mais afetado por essa medida. “O price vai ter de incorporar nas parcelas mensalmente a atualização de juros e da TR [Taxa Referencial]”, afirmou ela.

O Banco Central explicou que essa mudança representa uma “condição adicional” para a contratação desses financiamentos.

“Os contratos não podem admitir qualquer espécie de aumento do saldo devedor ao longo do período de financiamento. As operações aprovadas pelos agentes financeiros até 31 de janeiro de 2017 poderão ser finalizados até 31 de março com observância das condições do SFH anteriormente vigentes”, informou a instituição.

Fonte: G1

Caixa destina R$ 26 bilhões para financiamento habitacional

Na segunda-feira (21), a Caixa Econômica Federal anunciou um crédito de R$ 26 bilhões para investir em habitação em todo o Brasil. O anúncio foi feito durante encontro com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Distrito Federal (Sinduscon/DF) e empresários do setor imobiliário e da construção, em Brasília.
Segundo o vice-presidente de Habitação do banco, Nelson Antonio de Souza, os recursos devem ser liberados até final deste ano. “No início de 2016, havia R$ 67 bilhões para habitação. Fomos atrás de mais recursos e hoje temos R$ 93 bilhões, mais do que em 2015″, recordou. “Podem contratar. É importante aplicarmos esses recursos”, enfatizou.
O vice-presidente também esclareceu que a Caixa detém 66,7% do crédito imobiliário no Brasil e disse que, ainda nesta semana, o Ministério das Cidades e a Caixa assinarão o contrato para a retomada das obras de 8,6 mil casas e apartamentos do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) em todas as regiões do país.
O MCMV já entregou mais de 3 milhões das 4,5 milhões de unidades contratadas. Ainda de acordo com Souza, a Faixa I do MCMV já está com orçamento garantido para 100 mil unidades em 2017.

REF: http://portal.anicer.com.br/2016/11/caixa-destina-r-26-bilhoes-para-financiamento-habitacional/